terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

QUEBRANDO RECORDES.

ESTA ABERTA A TEMPORADA DE RECORDES NO RIO DE JANEIRO.


O Brasil sendo conhecido dos pilotos do mundo todo como Hawaii do vôo livre, eles que vêem para cá em busca de recordes de distância, Com vôos que podem chegar aos 400 kms. Estes normalmente feitos no nordeste do país. Podem arrumar as malas e vir.

Com a onda de calor que estacionou sobre o sudeste, o Rio de Janeiro esta se destacando tanto para os recordes pessoais (aquele que é somente do piloto); quanto para a quebra dos recordes estaduais onde em pouco menos de duas semanas tivemos duas quebras de recordes, e parece que a disputa continua acirrada, é claro que não estamos tratando de uma disputa entre os pilotos locais, os vôos são ocasionais nossos companheiros decolam para um vôo simples mas com estas condições e vôo vai fluindo; fluindo; fluindo e quando eles dão conta já estão no ar a mais de quatro horas e literalmente entrando no rol dos recordistas.

Todos os pilotos estão de parabéns, recordes de permanência nas várias rampas do Estado; recordes pessoais; recordes de distância; etc. O Rio de Janeiro esta cada vez mais lindo. 

Destaque para as rampas de Sampaio Correia no QG do Vôo livre com Werneck no comando, e Rio Rural que quebrou esta semana o recorde anterior. Sampaio Correia tem se destacado com vários vôos de longas distâncias, sempre acima dos 100 Kms que para o Rio é uma marca considerável comparado a outros Estados Brasileiros.

Fonte: FaceBook.


Lembrando que estes recordes estão sendo quebrados por pilotos ocasionais, aqueles que não são pilotos profissionais sempre em busca de números, mas sim pilotos como a maioria que tem no voo de parapente uma paixão inexplicável a exemplo do João Paulo Chapola, advogado que curte voar nos dias de folga. Sergio Louzada; Leonardo Peres; Alessandro Heringer dentre outros inclusive aqueles que aqui não foram citados.



Fonte: FaceBook.





PILOTO DA AVLJF VOA EM ILHA GRANDE.


Piloto Samuel Rocha da AVLJF experimentou o vôo em Ilha Grande, e parece que vai voltar.



O melhor legado em receber bem pilotos do Brasil e de toda parte do mundo, é sem dúvida o reconhecimento de um bom trabalho, tentamos elevar a qualidade e conforto de nossa rampa para fornecermos um local de excelência; mesmo com todas as dificuldades; barreiras; falta de apoio; incentivo etc. 
Vamos sempre lutando para elevarmos o vôo livre como atrativo turístico em Ilha Grande.
Obrigado Samuel Rocha e todos da Avljf Juiz de Fora apareçam a casa é de vocês.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PASSAGEIRO PULA DA SELETE EM PLENO VOO.

Passageiro de voo duplo desatrela e salta da selete em pleno vôo a mais de 500 metros de altitude despencando em uma incrível queda livre, a queda é impressionante.


Mas felizmente tudo era programado, na altitude perfeita ele aciona o paraquedas. 
Frances muito louco hehehehe.
Parabéns a toda equipe desta produção.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

1º ENCONTRO INTERCLUBES.

Nos dias 14 e 15 de dezembro estaremos realizando nosso 1º Encontro Interclubes com a participação da AVLJF - Associação de Voo Livre de Juiz de Fora. Mas quem quiser participar é só aparecer, estaremos aguardando por todos que queiram voar no paraíso.

O evento contará com palestras de Segurança no Voo, Meio Ambiente e Primeiros Socorros esta ministrada pela Defesa Civil de Angra dos Reis.

Não é necessário fazer inscrição, mas quem quiser pode trazer mudas de roupas infantis para doarmos a Pastoral da Criança de Saquarema, uma pequena forma de ajudar a quem precisa.
Contamos com a presença de todos, bons voosssssss...



sábado, 5 de outubro de 2013

ARBORIZOU! VEJA COMO DESCER SEM PREOCUPAÇÃO.

Arborizou?!
veja como é fácil descer da árvore.

MAIS UM EDUCATIVO PARA O VOO.

Eu costumo levar sempre nos voos meu kit que inclui até fio dental, mas devo admitir que esta técnica simples possa ser muito importante caso o piloto arborize e fique distante do solo. Muito bom o vídeo, e vou seguir, mas esta regra, afinal nunca se sabe quando vamos precisar.

Agradecimentos ao amigo Sergey Petrov.



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

FATO.

Relato de grande valia para o voo livre, tanto para novos quanto para antigos pilotos.
REFLITAM.

Texto extraído do Facebook.
Esta publicação esta sujeita a remoção caso solicitada pelo autor.

""
Tazz No AR
Suposições acidente Jaraguá

PessoAR
Semana nebuloso para o voo livre, informações de 4 acidentes
graves....inclusive com morte.... fora o que não ficamos sabendo, lembremos também dos incidentes/acidentes das semanas anteriores..**..voo livre na mídia (infelizmente algumas negativas para variar)... pouso em show de rock.... etc.... etc

Vovó escreveu
"Infelizmente é o preço que já sabíamos que ia custar.
Você se lembra qdo a gente chegava em qquer rampa
do Brasil e todos conheciam todos? Pois agora Vc ou eu
qdo chegamos no próprio sítio de voo de costume, há
pelo menos Um Piloto que a gente não tem idéia de
quem seja ou como foi sua formação. Pode conferir!
É assim mesmo. Não tô querendo com isso dizer que
isto não deveria acontecer. É lógico que sería inevitável
pois nós mesmos - os "dinos" - são os responsáveis pelo
crescimento do voo de parapente. Não fôssemos Nós,
poucos saberiam da existência do esporte. Porém o que
me deixa chateado é que mais da metade dos novos Pilotos
(prá mim Piloto com menos de TRÊS temporadas é novo
Piloto), tem uma formação absolutamente míope do esporte.
Não enxerga um palmo da verdadeira essência do Voo Livre.
Só quer saber de qtos KM's fez prá alimentar seu XC-Brasil e
seu ego idiota. Trocam a essência pela aparência.
E no meio disso tudo, perdemos vidas e famílias são destroçadas.
A banalização da morte e do acidente travestido de "incidente&quo**t;
corre solta. ..Preço caro... vovó"

Infelizmente no domingo dia 15 passado, em Jaraguá-GO, um piloto amigo meu (Bessa) sofreu um acidente e veio a óbito.

Vejam as notícias iniciais em
http://www.jaraguanoticia.com/piloto-de-parapente-sofre-queda-e-morre-causa-da-morte-e-desconhecida.html

http://www.jaraguaemfoco.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=904:piloto-de-parapente-foi-a-obito-apos-pane-na-vela&catid=3:sobre-policia&Itemid=4

Aqui vai o relato do Sandrinho que voava com ele no dia:
"Vem de lá amigos voadores, como muitos já sabem o nosso amigo Bessa não mais se encontra entre nós. Hoje aproximadamente 13:00 hs, em um pouso num pasto próximo a Jesúpolis, a mais ou menos uns 18 km, de Jaraguá ele sofreu um acidente fatal. Estava a uns 5 km do acontecido, e cheguei em 15 min, mais o amigo já estava sem vida. A causa do acidente ainda ñ posso dizer pois não vi, mais quando ele estava a uns 50 mts do chão, falei com ele e depois fui ajeitar o meu equipo"

Bem fui informado que após o relatado Sandrinho escutou um agricultor
entrar na frequência através do radio do Bessa solicitando socorro e
informou o acidente e solicitou socorro ao Bessa.

Verificando no XCBrasil, o Bessa voava em uma Ellus3 em 2012 e neste
ano(2013) registrou quatro voos com a Axis Vega IV, dois pregos e dois
cross.
Nota sobre a Vega 3 (*grifos em destaque meus*):
O Vega III é um parapente de desempenho intermediário (PT-C, correspondente a DHV2 ou Performance AFNOR) sendo destinado a pilotos qualificados.
Projetado idealmente para pilotos de cross-country, *adequado para pilotos
experiente que voam regularmente* e que irão desfrutar de um parapente com ótimo desempenho e boas características de segurança.
http://www.axispara.cz/certification/vega3/Vega3-L-EN-Report.pdf
*Apesar das menções do relatório da homologação serem muito boas, uma
classificação "C" é justamente na assimétrica.*

Uma colega que esteve no local do acidente, participou acompanhando a
perícia da polícia civil e resgate do corpo reportou:
"observando onde ele estava caído vi uns 30 urubus em cima, foi bem em cima de uma térmica"
"a vela dele era nova e muito arisca, ate a esposa dele comentou que ele
estava falando isso"

Outros amigos que estiveram no local (moradores de Jaraguá) me passaram através de telefone mais dados e informações.

Após analisar todos os informes, descrições sobre o local, posição do corpo
e "prévia" do laudo do IML (causa mortis traumatismo craniano com possível deslocamento do ombro, inicialmente fui informado que os bombeiros ventilaram a possibilidade do pescoço estar quebrado, e uma enfermeira levantou a possibilidade de ataque cardíaco).
Chega-se a conclusão de que ele *possivelmente* bateu girando com a parte superior do corpo, após forte assimétrica sem contenção do giro, entrando de frente para o chão, talvez até em espiral nível 3.
(*...lembrando essas conclusões são meras suposições minhas...
necessariamente não traduzem a realidade dos fatos*).
A causa mais provável do acidente foi uma térmica desprendida (talvez pelo
próprio piloto), forte turbulência ou até mesmo um dust, na hora do
pouso,aliado a baixa altitude e falta de habilidade do piloto (devido pouca
de frequência de voo e pouca intimidade com a vela nova) que não
possibilitou a correção a tempo.
Eles voavam no período do dia e na época do ano com maior atividade térmica (só quem já voou no cerrado sabe o que estou falando).
Mas somente após o laudo oficial do IML saberemos a verdadeira causa da
morte, e mesmo assim não podemos ter certeza do que aconteceu, pois o fato não foi filmado, e presenciado apenas por uma pessoa leiga que não tem condições de prestar informações precisas. Só poderemos então ter
suposições *(novamente friso... tudo acima são suposições minhas e podem não ser expressão da verdade, podendo ter acontecido fatos completamente adversos dos aqui levantados tratando-se apenas de um exercício mental)*.
Bem, que os Anjos acompanhem esse nosso amigo em seu "grande voo"!

*Mas lanço um alerta.*
Nosso esporte é uma atividade de risco.
Procuremos minimizar as variáveis incontroláveis, para termos o mínimo
possível de incidentes, e agirmos sempre de modo que os incidentes possam ser sanados e não se transformem em acidentes.

*Não é de agora que vejo pilotos esquecendo da máxima do SIVUCA:*
*Trinômio Perfeito... PILOTO - CONDIÇÃO - EQUIPAMENTO*

Muitos pilotos:
Avaliam erradamente (ou pior não sabem avaliar) as condições de
voo/equipamento que tem habilidade para voar!
Galgam/ultrapassam categorias de segurança das velas sem possuir... tempo, experiencia e maturidade de voo suficiente para tal opção.
Voam buscando desempenho - "sofrem" durante o voo pois esquecem de voar apenas pelo *prazer de voar*... sem precisar provar nada para os outros (como disse o vovó "trocam a essência pela aparência").

Uma vela A,B, C ou D terá sempre reações conforme a sua certificação.
Uma vela Y, no momento de um incidente se comportará como uma Y, não como uma vela X.
Não existe essa conversa que a vela é mansa, é bem comportada, tem boas notas, fica sempre na mão... se ela tem uma classificação de segurança emitida por um órgão isente (que não vende velas, apenas certifica), qual o motivo que temos para cair na conversa de vendedores inescrupulosos (*que não são a minoria*) e voadores ditos "audazes", que dizem... tal vela é "uma mãe" (por acaso ele é piloto de provas certificado?)... "pode comprar que seu voo vai melhorar! a vela tem performace mas é segura"!
Toda vela enquanto está armada na sua cabeça, toda inflada e em condições normais de voo é mansa, *o bicho pega é na hora das panes*.
Segundo a lei de Murph essa pane vai acontecer justamente no tipo de
manobra em que a vela tomou a pior nota (talvez tenha sido o caso de nosso amigo Bessa... *novamente friso - tudo relatado é mera suposição*). Aí somente as variáveis - habilidade do piloto e tipo de reação trarão o
resultado (benéfico ou adverso).
Muitos pilotos acham que podem melhorar seu voo através de velas mais
"ariscas", mas não se esqueçam:

*Performace e Segurança brincam em lados opostos de uma gangorra, para uma subir a outra necessariamente terá de descer*.

*Pensem nos riscos e variáveis que vocês acham aceitáveis na hora de trocar de vela (na hora em que for voar).*

A – escola/alunos,

B – saída de escola/alunos, voadores com pouco frequência de voo, voadores mais conservadores (para os mais afoitos hoje temos as B-hot que conforme orientação já se dirigem a um publico mais experiente/habilidoso).

C – sem tendência a recuperar-se facilmente/espontaneamente, destinada a pilotos experiente (na minha opinião - analisar se vale a pena correr
riscos?).

D – exige piloto *muito* experiente e com capacidade para tal (não basta
apenas ter vontade - ... apenas para os TOP Pilots).

Obs: Tenho observado inclusive que muitos pilotos não utilizam ou conhecem a categorização por letras, muitos utilizam a já ultrapassada classificação por números (o que não mais acorre com as velas de projetos avaliados mais novos).

*Desculpem o longo texto, mas espero ter provocar em todos uma reflexão
sobre a sua segurança.*

*Bons voos*
*
Alexandre Lustosa
** **
(
**TAZZ**
)
*
*Instrutor ABP 2085*
*"A ABP somos todos nós!"*
*
*
19-981338825
*tazznoar@gmail.com*
www.facebook.com/tazznoar
*www.tazznoar.com.br*
*
*
*Revendedor:*
*Skywalk - SOL Paragliders*
*Flymaster - **Tirante A*
*Wood Valley **- **Icaro *

"Ao decidir decolar você essencialmente está dizendo -
Eu sou capaz de analisar e compreender as condições
de voo neste momento, e sei que elas estão dentro do
meu nível de habilidade, então eu voluntariamente
decido decolar pois tenho certeza que
me divertirei durante esse voo." Adrian Thomas"""